Livro da Semana, 8

Pronto, já decidi e “postei” a capa da 1ª edição do original americano, 1925, do “O Grande Gatsby”.

Li uma 2ª edição da Editorial Presença, 1986, traduzida e prefaciada pelo José Rodrigues Miguéis
e como não conseguia ter a certeza se esta edição ainda está disponível, optei pelo máximo denominador comum.

Esta estória, é uma jóia de palavras que nos arrebata e faz correr atrás dos personagens.
Gatsby pode ficar na nossa vida para sempre.

E é assim que Scott Fitzgerald descreve o sorriso de Gatsby:

Sorriu compreensivamente – não, muito mais do que isso.
(…) Era um destes raros sorrisos que trazem consigo uma espécie de confiança, como só os encontramos quatro ou cinco vezes na vida.
Entendia-nos só até onde a nossa pessoa desejaria ser entendida, acreditava em nós como gostaríamos de acreditar em nós próprios e assegurava-nos ter a nosso respeito, precisamente a impressão que desejaríamos causar aos outros nos nossos melhores momentos.

A ler e reler
e não esquecer a “Escola do Paraíso” escrita pelo tradutor.

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