A propósito da exposição do Claude Monet que está a decorrer no “Grand Palais”, cito Proust,
“Tem que haver alguém que nos diga,
Aqui está o que tu talvez possas amar, ama-o”
e Monet faz exactamente isso.
E nós o que fazemos?
A propósito da exposição do Claude Monet que está a decorrer no “Grand Palais”, cito Proust,
“Tem que haver alguém que nos diga,
Aqui está o que tu talvez possas amar, ama-o”
e Monet faz exactamente isso.
E nós o que fazemos?
Gosto de Beryl Cook , “a mulher que pintava senhoras gordas”.
Apesar sua obra ter vivacidade e espírito, não foi amada pelo poder estabelecido. Mas para quem gosta, fica a sua candura maliciosa.
… é um livro.
E para conhecer melhor a equipa de Lane Smith, veja aqui.
Anne Ryan à procura de si própria,
“She had an appetite for punctuating color — rose red, tangerine, gold, pea green — though some of her most radical late collages are composed primarily of ‘white’ materials: undyed or bleached linens and gauzes, different tones and weights of uncolored paper with which she created subtly toned arrangements of ivories, beiges, silvers and ash grays.”
Pintura, trabalhos manuais, poesia?